Caminho pela cidade como quem escuta.
Cada rua tem um pulso, cada esquina guarda um silêncio, cada rosto carrega uma história que passa depressa demais para ser dita.
Cada rua tem um pulso, cada esquina guarda um silêncio, cada rosto carrega uma história que passa depressa demais para ser dita.
A fotografia é o meu modo de abrandar o mundo.
De o sentir antes de o entender.
De o viver antes de o guardar.
De o sentir antes de o entender.
De o viver antes de o guardar.
Entre passos, luzes e sombras, encontro fragmentos de vida:
gestos que quase se perdem, movimentos que revelam o que somos quando ninguém repara, instantes que só existem porque alguém os viu.
gestos que quase se perdem, movimentos que revelam o que somos quando ninguém repara, instantes que só existem porque alguém os viu.
Viajo sem destino fixo - às vezes por ruas que conheço de cor, outras por cidades que me recebem como estrangeiro.
Mas em todas procuro o mesmo:
o ritmo do quotidiano, a poesia escondida no banal, a beleza que só aparece quando deixamos de a procurar.
Mas em todas procuro o mesmo:
o ritmo do quotidiano, a poesia escondida no banal, a beleza que só aparece quando deixamos de a procurar.
Este é o meu diário de movimento.
Um mapa feito de luz, de pessoas, de caminhos e de pausas.
Um lugar onde a cidade respira, onde o tempo abranda e onde cada imagem é uma forma de estar presente, atento, vivo.
Um mapa feito de luz, de pessoas, de caminhos e de pausas.
Um lugar onde a cidade respira, onde o tempo abranda e onde cada imagem é uma forma de estar presente, atento, vivo.